terça-feira, 7 de junho de 2011

          Era uma vez na cidade de New york, uma familia que tinha acabado de se mudar pra lá. O casal, Robert e Cristine, eles eram casados á 5 anos e tinham uma filha muito linda, á Katlin, de 5 anos. Eles moravam em um apartamento, e ainda estavam arrumando as coisas. Eles mal se mudaram e já ganharam novos vizinhos, um casal que veio de Los Angeles. Eles eram muito ricos, se chamavam John e Mary, e tinham uma filha de 5 anos também, a Samantha. Katlin e Samantha se tornaram grandes amigas, elas viviam juntas. Eram melhores amigas. Dez anos depois, Samantha e Katlin ainda eram melhores amigas. Samantha tão bonita quanto Katlin. Elas eram duas adolescentes revoltadas com suas famílias, pois elas achavam que seus pais não entendiam elas. Elas estavam no primeiro ano do ensino médio, e tinham um passeio de fim de ano. Elas iriam a praia com a turma. Os pais de Katlin não queriam muito que Katlin fosse neste passeio, mas no final acabaram deixando ela ir. No dia do passeio, Katlin e Samantha acordaram as 05:00 horas da manhã, era pra estar na escola ás 08:00 da manhã, elas passaram o tempo todo provando roupas, elas eram muito vaidosas.
            Chegando na escola, a professora fez a chamada e logo entraram no onibus, eram 3 horas de viagem. Katlin e Samantha sentaram juntas.


Katlin:  Samantha, eu tive um pesadelo com este passeio.
Samantha: O que você sonhou?
Katlin: Nada, não quero te preocupar, mas promete uma coisa?
Samantha: O que?
Katlin: Eu te amo, promete que nunca vai me esquecer, e nunca me abandonar?
Samantha: Claro, eu te amo muito também, mas por quer esse papo?
Katlin: Não sei.




           Chegando na praia, a turma foi direto para o hotel. Katlin e Samantha ficaram hospedadas no mesmo quarto. Elas iriam almoçar antes de ir a praia. Elas almoçaram, esperaram um pouco, pois a mãe de Samantha  falou que não era pra comer e entrar na água logo, teria que esperar a comida descer.(coisa de mãe)


                                                                             Uma hora depois

           Katlin e Samantha foram a praia com a galera, Katlin e Samantha passaram o protetor e deitaram em cima de uma toalha para pegar um bronze. Após terem pegado uma cor, elas entraram na água. Katlin não sabia nadar muito bem, ficou mais na beradinha, já Samantha, sabia nadar muito bem ,mas ficou na berada com sua best. Katlin queria tomar um refrigerante, e foi até um bar que tinha lá perto. Samantha aproveitou e foi mais pra dentro do mar. Katlin comprou uma coca-cola, e ouviu pessoas berrando, um monte de gente em volta da praia. Ela correu pra lá pra ver o que estava acontecendo, quando viu Samantha desacordada na beira da praia, com um monte de gente olhando pra ela, mas ninguém fazia nada, Samantha estava afogada, e tinha batido sua cabeça em uma pedra, Katlin ficou em estado de choque, ficou sem ação. ficou praticamente sem chão, vendo sua amiga morrer. O salva- vida chegou e começou a socorrê-la. Ela tinha engolido muita água, ela reagiu , mas tava muito fraca, ela sussurava: Katlin...Katlin....


Katlin foi até Samantha,


Samantha: Katlin, lembra que eu prometi nunca te abandonar?
Katlin: (muito assustada) Lembro...
Samantha: acho que não vo poder cumprir
Katlin: Você sempre estará no meu coração!
Samantha gastou suas últimas forças, deu sua mão para Katlin, olhou no fundo dos olhos de Katlin e disse, bem baixinho: Nunca esqueça o quanto eu te ....aamo


Samantha morreu.


Katlin deitou sua cabeça em cima do peito de Samantha, e chorou.


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No funeral, Katlin se despediu de Samantha jogando um punhado de barro, e uma rosa vermelha em cima do caixão.
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Após uma semana da morte de Samantha, Katlin estava muito deprimida, não comia direito, não dormia direito, não prestava atenção nas aulas, estava muito triste. Ela ficava pensando que podia ter evitado o acidente, pois ela tinha sonhado algo parecido uma noite antes da viagem. Katlin pegou um papel e uma caneta, escreveu um bilhete colocou sobre a mesa. Ela pegou vários remédios que sua mãe tinha guardado no armário, um copo da água, e uma ampulheta. Ela se trancou no quarto, tomou todos os remédios, tomou a água, ficou chorando e olhando para aquela ampulheta até morrer, ela também estava com várias fotos de sua amiga sobre a cama. Até que ela morreu na esperança de encontar sua amiga, pois sua vida não fazia mais sentido.
Seus pais chegaram e leram o texto em cima da mesa, que dizia:


A decisão que estou tomando é consciente. Decidi na plenitude de meu livre-arbítrio. Sei que isso é duro, porque sendo assim, ninguém tem direito à culpa e a culpa é o alívio dos fracos. Lamento, Meu desejo comanda meu destino e a morte é a única liberdade.
Viva eu me sinto presa em um mundo miserável, talvez minha única liberdade seja a morte.
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                                                                            Por: Palôma Adriane Cunradi.




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